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(sem título)

30/04/2013

Como as vagas do mar

Agiganto-me e deito,

Vago errante como o albatroz,

Sou jogado contra a areia,

Destilado entre os grãos,

Opero uma busca incessante por ti,

Qual ressaca a tragar-te,

Fundo-te a mim,

Despidos, somos consumidos, diluídos em prazer,

Quando passa a tempestade,

Oh, divina tempestade!
Exauridos, largados à calmaria,

Sumimos em baixo-mar,

Mas quando pálida e cheia a lua aponta,

Novamente levanto-me e me estico,

Deitando meus braços sobre a praia,

Procuro-te, tento alcançar,

É em vão,

tu não estás mais lá.

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